9 de julho de 2014
3 de julho de 2014
Para fazer: reaproveitamento de caixas de sapato
Tem material que não deve ir de jeito algum parar na lata de lixo! E um deles é a caixa de sapato! Como é versátil e útil em projetos “do it yourself”! Se você tem algumas caixas de sapatos guardadas em casa, nem pense em dar um fim, inspire-se com uma das ideias deste post e mãos à obra!
Para guardar tudo: espie as imagens logo no mosaico acima. Caixas encapadas de tecido ou papel se tornam excelentes prateleiras para organizar o home office ou ateliê. Podem ser usadas com tampa na horizontal ou dispostas em pé como nichos. O resultado é ótimo visualmente e também bastante econômico. Você gasta apenas com papel e tecido e ganha uma prateleira novinha em folha! O modelo que organiza rolos de fita é superútil para as artesãs!
Gaveta organizada: outra ideia genial com as caixinhas sobrando é uni-las para criar nichos dentro de gavetas. Com diferentes tamanhos de caixas, é fácil agrupar materiais e objetos de escritório. Então, na hora de abrir a gaveta, nada se mistura e você acha rapidinho o que procura. Faça o teste! Basta encapar com papel e colar as paredes das caixas. Para deixar o projeto ainda mais fofo, lance mão de “washitapes”, aquelas fitas adesivas decoradas.
Caixa que vira cesta: põe o dedo aqui quem não amaria ter caixas com alças para guardar produtos prontos ou materiais aí em seu ateliê. A bagunça fica em ordem e o ambiente decorado! Nesta versão com fitas, vale para presentear como embalagem personalizada.
Depois de tantas ideias, você ainda teria coragem de jogar uma caixa de sapato fora? Use papéis de presente, folhas de revista e restos de tecido para compôr os novos objetos! O projeto de upcycling é fácil e sustentável!
Fonte: http://blog.elo7.com.br/
2 de julho de 2014
Por favor, me surpreenda!
Tenho uma confissão a fazer: não gosto de surpresas. Sei que muita gente acha isso essencial ao convívio, mas não é meu caso. Toda vez que alguém anuncia que tem uma surpresa, eu sofro. Deve ser trauma, pode ser culpa, mas talvez seja bom senso.
Lembro de uma amiga, psicóloga, que me contou sobre um paciente dela. O sujeito vivia se queixando de que o sexo com a mulher dele era chato e previsível. Pois um dia, depois de muito reclamar, ele chegou em casa e a mulher, normalmente passiva, o esperava na cozinha de sandália alta e trajes menores, e se atirou sobre ele. O cara levou um susto enorme, seus membros inferiores encolheram, (como ocorre com os homens assustados) e ele retornou à analista, no dia seguinte, dizendo que queria a mulher dele de volta – aquela tímida e previsível, como ele gostava.
Podem rir, mas essas coisas acontecem o tempo todo.
Um amigo me contou sobre a namorada que um dia foi apanhá-lo no trabalho com uma peruca loira, tipo Marilyn Monroe. Ele demorou a reconhecê-la e, mesmo depois de perceber quem era, entrou no carro incomodado, sentindo-se desconfortável. “Não era a minha garota”, ele me disse. Claro que não era. Ela estava fantasiada para realizar uma fantasia, mas tinha se esquecido de combinar com ele. O cara detestou, ela ficou desapontada com a falta de imaginação e receptividade dele, e o namoro começou a fazer água bem ali. Bela surpresa.
A favor do meu ponto de vista, nem vou invocar aquela máxima cínica (e certeira) que recomenda não chegar de viagem sem avisar a parceira (ou parceiro). O gesto romântico de surpreender a namorada um dia antes do previsto já causou muita separação – sem falar em violência e crime.
Com o risco de ser sexista, acho que talvez exista uma diferença na forma como homens e mulheres vêem essas coisas. Tenho a impressão de que na mente das mulheres as palavras surpresa e erotismo andam enlaçadas. O homem perfeito, a melhor transa, o romance inesquecível – tudo isso parece estar associado ao inesperado. Enquanto os homens abraçam os hábitos com a felicidade de quem veste uma calça velha, as mulheres se inquietam com a repetição. Parecem precisar do estímulo da novidade, ainda que seja uma mera encenação – como a moça de peruca no carro do amigo. Por alguma razão que a vasta maioria dos homens desconhece, mulheres exigem a ruptura da rotina para terem paz. Olham para a sua cara na tarde de sábado como quem pergunta: “e aí, não vai fazer nada heróico, espetacular ou incrivelmente sedutor para mostrar que me ama”? A Emma Bovary que há em cada uma delas exige novidades.
Isso tudo, evidentemente, no terreno afetivo. Quando se trata do dia-a-dia, a tendência das mulheres é ficar brava se você atrasa, não telefona, não faz, não paga, não vai. A imprevisibilidade (alguém já disse?) é a virtude dos amantes. Dos maridos e namorados espera-se o cumprimento atencioso da lei e a manutenção pacífica da ordem – no horário de serviço. Depois, seria de se esperar que o esforçado provedor virasse um Don Juan intrépido, capaz de escalar a sacada com um maço de flores e disposição infatigável (e ademais, poética) para os embates do amor.
Estou exagerando, claro. Conheço dezenas de casais que se acomodaram à rotina como quem se deita numa rede depois do almoço, de forma absolutamente confortável. Mas a verdade é que eu não sei (quem sabe?) o que se passa na cabeça das mulheres desses casais. Estariam felizes? A literatura histórica e moderna sugere que não. Ao menos não inteiramente. O romantismo delas parece não caber numa relação 3x4, preto e branco, sala cozinha e banheiro, barba e cabelo, cama e mesa.
Quando eu era criança, ouvia minha mãe cantar na cozinha uma música que dizia exatamente isso: “Lembro-te agora/ Que não é só casa e comida/ Que prende por toda vida/ O coração de uma mulher”. Descobri, anos depois, que se tratava de um samba de Ataulfo Alves que ficou famoso na voz da Dalva de Oliveira. O nome é “Errei, sim”. Lindo. Foi composto em 1950, mas ainda faz sentido. Quem não conhece pode escutar aqui, com a Paula Toller, num vídeo simpático de celular.
Por isso tudo, os homens capazes de surpreender levam vantagem na relação com as mulheres, mas eles são poucos. Passado o entusiasmo inicial, quando o cérebro funciona 100% do tempo no modo sedução, quase todos se deixam largar no sofá e se acomodam. É preciso ser um apaixonado aplicado para continuar pensando no que faria a sua mulher feliz – e dar-se ao trabalho de surpreendê-la. Encher o iPod com as músicas favoritas dela antes de entregá-lo de presente, por exemplo. Ou marcar uma viagem na data do aniversário de namoro sem avisá-la. Essas atenções parecem fazer toda a diferença. Não são grandes surpresas, eu sei, e talvez seja melhor assim – as pessoas sonham com grandes emoções e enormes arrebatamento, mas talvez precisem apenas de afeto, claro e simples.
(Ivan Martins escreve às quartas-feiras)
Café Restaurante Cicero
Sente o vizú desse restaurante italiano, mais precisamente romando, decorado pelo artista Tommaso Guerra.
Esses lustre deram uma super bossa!
Casa que parece galpão antigo está sempre aberta aos amigos
A casa da editora de arte Sonia Aversa é toda integrada para os amigos circularem livremente, com cores vibrantes nas paredes e um bonito jardim.
1 de julho de 2014
Fish & Chips
RECEITA DE FISH & CHIPS
serve 4 pessoas
Ingredientes Batatas Rústicas:
4 batatas brancas grandes ou 6 pequenas
sal grosso
1 ramo de manjerona
4 dentes de alho
Pimenta preta
¼ de xicara de azeite de oliva
¼ de xícara de óleo vegetal
Ingredientes Peixe Frito:
600g de filé de peixe de carne firme
sal
pimenta preta
½ xícara de farinha de trigo
½ xícara de amido de milho
⅔ de xícara de cerveja
Óleo para fritar
Molho de Maionese:
1 xícara de maionese
Alho que assou com as batatas
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
Como fazer as batatas rústicas:
Cortar as batatas em seis ou oito pedaços ao comprido. Temperar com sal e pimenta. Levar a uma forma grande e regar com azeite de oliva e o óleo, distribuir os ramos de manjerona e os dentes de alho com casca. Levar ao forno pré aquecido a 250ºC. Assar por cerca de 1 hora, dando uma mexida durante o cozimento, até dourarem. Quando estiverem prontas, colocar em papel toalha para retirar o excesso de gordura.
Como fazer o peixe frito:
Cortar o peixe em filés. Tempere com sal e pimenta. Em uma tigela, misturar a farinha e o amido e temperar com sal e pimenta. Passar o peixe na farinha e reservar, isso faz com que a massa consiga grudar no peixe. Misturar a cerveja aos poucos, mexendo sempre. A textura deve ficar grossa. Mergulhar os filés na mistura e fritar em óleo quente até dourar. Retirar e colocar em papel toalha para retirar o excesso de gordura.
Como fazer molho:
Retirar os alhos da forma e amassar com um garfo ou uma faca. Misturar com a maionese. Adicionar o vinagre e misturar novamente.
Assinar:
Postagens (Atom)